RVIVR na Verdurada SP
by joaop on 04/10/2012RVIVR está no Brasil em tour.
show em Blumenau foi ótimo, de Curitiba lindo, mas a Verdurada é de emocionar !!
Hardcore / Punk em Blumenau
RVIVR está no Brasil em tour.
show em Blumenau foi ótimo, de Curitiba lindo, mas a Verdurada é de emocionar !!
Food Not Bombs é um grupo independente que existe principalmente nos Estados Unidos com o objetivo de ditribuir comida vegan e vegetariana para moradores de rua, pessoas pobres e qualquer pessoa que queira comer.
A coleta da comida é feita muitas vezes nos lixos dos supermercados que jogam toneladas de comida fora e por doações. Quando algum ingrediente em especial não existe ele é comprado (muitas vezes com o dinheiro das doações). A distribuição é feita em locais públicos, dessa forma o acesso a comida é mais simples e atinge mais pessoas.
O Food Not Bombs é guiado por três princípios básicos:
Hoje existem mais de 400 grupos do Food Not Bombs espalhados pelo mundo e ele é feito por uma diversidade de pessoas incluindo principalmente ativistas anti pobreza, anti guerra, gente que acredita que veganismo/vegetarianismo é uma posição política p/ melhorar o mundo entre outros grupos que tem como objetivo fazer o lugar onde a gente vive um lugar mais solidário.
Em Blumenau existe um pequeno grupo de pessoas interessadas em criar um grupo do Food Not Bombs, se você está afim de participar, entre em contato conosco através do comentário desse post.
obs. depois de aparecer algumas pessoas interessadas, nós já estamos nos organizando para realizar o primeiro Food Not Bombs em Blumenau, acompanhe aqui.
O RVIVR é uma banda de punk rock/indie rock de postura feminista/gay positive que estará em tour pelo Brasil no mês de Abril de 2012. Essa entrevista foi respondida no ano de 2011 para o zine Grão de Areia #1…
Entrevista – RVIVR feito por Luis:
O RVIVR é uma banda de Olympia – Washington – USA – que me surpreendeu há alguns meses com ótimos discos… totalmente disponibilizados on-line… tocando um punk rock que alterna ótimos vocais dos guitarristas Matt e Erica… com ótimas letras. Essa rápida entrevista foi respondida pela Érica por e-mail…
1. Eu não gostaria de começar esta entrevista com uma pergunta como esta mas é impossível… O que significa RVIVR? Por que voces escolheram um nome quase sem vogais e tão difícil de dizer?
RVIVR é secretamente não difícil de dizer, apenas parece esquisito. RIVIVER – acordar, abrir, voltar a viver… Nós escrevemos desse jeito porque é mais legal!!
2. O que voces faziam antes de começar o RVIVR? Voces tocavam em outras bandas? E como veio a idéia da banda?
Nós todos estivemos em várias outras bandas como: The Casual Lust, Socks & Sandals, Latterman, Lightnin Round, Glue!, Shorebirds… Uma coisa especial sobre a formação do RVIVR é que nós queríamos colocar muita energia nela e deixar ela ser um atrativos de coisas boas nas nossas vidas.
3. Eu vi algumas fotos de vocês gravando as próprias coisas… Isso é usual? Vocês produzem dentro da ética DIY? Porque parece que vocês tem um som que poderia facilmente levar vocês a um selo ou gravadora grande, especialmente nos Estados Unidos, onde existe toda uma estrutura e indústria em torno da cena punk rock. Por que não abraçar isso?
Agente só faz o que agente faz. Nós temos a possibilidade de gravar em casa através de alguns bons amigos que tem feito gravações caseiras por anos e eles são tão talentosos que nós não nos preocupamos como vamos soar trabalhando com eles.
Nós não temos o desejo de trabalhar com um selo ou uma gravadora grande porque eles iriam querer nos controlar e nos moldar em modelos brilhantes e magros, com cabelos lisos e nós só queremos tocar e fazer música boa.
Eu penso que é mais fácil do que as pessoas pensam jogar esse jogo de fama e de ser notado pela “indústria”. Isso não significa necessariamente que a banda é boa e escreve boas músicas.
4. Vocês já tem 3 – 7” e 1 – LP, todos discos excelentes, a maioria deles lançados pela Rumbletowne Records. Qual a relação de vocês com a Rumbletowne? E como as pessoas de outros países podem comprar os discos, por que, eu vi que vocês recebem os pagamentos escondidos em cartas, o que é complicado pra quem é de fora?
Eu e o Matt cuidamos da RTR (Rumbletowne Records). Nós começamos o selo 3 anos atrás para ver como seria lançar nossa própria música e também a música das bandas dos nossos amigos. Tem sido divertido. Nós aceitamos dinheiro escondido em cartas, mas também aceitamos pagamento através da internet se as pessoas estiverem pedindo de fora dos Estados Unidos, geralmente nós mandamos um e-mail explicando como proceder.
5. Vocês acabaram de chegar de uma extensa tour pela Europa… Foi a primeira vez lá? Como foi tocar na Islândia? Vocês tiveram uma boa resposta?
Nós fizemos uma ótima tour, tanto na Europa quanto na Islândia e todo mundo estava doido pra ver a gente. As bandas na Islândia eram boas e barulhentas e algumas delas ficavam tirando com o nosso som mais “pop punk” mas as piadinhas eram divertidas. Foi legal tocar em novos lugares, as reações eram sempre diferentes. É interessante ver diferentes cenas e isso corre mesmo em diferentes partes dos Estados Unidos, todos tem uma forma diferente de fazer as coisas.
6. Nas suas letras vocês lidam com aspectos pessoais como envelhecer ou perder avós e outros como não ter uma vida normal e lidar com pressão… Quem escreve as letras e como é o processo?
O Matt e eu escrevemos a maioria das letras, mas todos nós trabalhamos juntos para encontrar as palavras que se encaixam melhor, para deixar tudo certo. O processo pode ser qualquer coisa desde a construção de uma musica a partir de uma linha ou um de nós pode vir com uma música inteira pra ser finalizada no ensaio. Eu, particularmente, gosto de escrever letras enquanto estou andando de bicicleta.
7. Quais as atividades de vocês além da banda? Vocês tem empregos normais? Tocam em outras bandas? Andam de bicicleta?
Nós fazemos um monte de outras coisas, trabalhamos em trabalhos de merda, tocamos em bandas e temos projetos solo, cozinhamos boa comida, fazemos arte visual, andamos de bicicleta, somos voluntários em algumas atividades que esperamos que modifiquem nossas comunidades locais, dançamos, rimos um monte, nos deprimimos as vezes, falamos um monte de merdas, algumas ruins outras boas e outras que são só merda mesmo.
8. Caras, obrigado por responder estas perguntas e desculpas pelo meu inglês ruim. Fica aqui o espaço para vocês dizerem o que mais for necessário. Muito obrigado.
O seu inglês não é tão ruim. Você deveria ouvir um pouco do nosso português. Obrigado por se importar com a nossa banda… Up the fucking punks! Keep it real! rvivr@rubletowne.com
Aqui está a data e a cidades dos shows do RVIVR pelo Brasil. Logo receberemos a listagem com os locais dos shows.
Walls of Jericho – Fuck the American Dream
Fuck the American Dream.
I know it all too well, I’ve watched my whole life.
I’ve felt those callused hands and looked into those broken eyes.
One more bleeding heart that will never see its time.
You suffer to survive, it will bury you alive.
Fuck this place, burn it down. Everything I’ve loved is gone.
This is not my home, I’ve played my final song.
Tear us down, free us all.
Sell your soul for something meaningless.
A slow death for the corporate mess, and we call this happiness.
What are we left with in the end? Defeat.
A lifetime of obedience kicking in your teeth.
Fuck this place, burn it down. Everything I’ve loved is gone.
This is not my home, I’ve played my final song.
Tear us down, free us all.
We were sold a promise of a better tomorrow,
Fuck the American Dream.
We were told that our choices were our own,
Fuck the American Dream.
Promised the opportunity of a lifetime,
Fuck the American Dream.
Deceived we could be all we can be.
Fuck the American Dream.
Entre a fantasia da crise e o controle do mercado financeiro existe uma história a ser contada, é a versão que a mídia não conta e que nunca estarão nos livros de história dos nossos filhos. É importante lembrar da história de manipulação, medo e controle dos governos sobre o povo em todo o mundo. A história passa por Pinochet no Chile, Bush nos Estados Unidos, Saddam no Iraque e também pelos Rockefeller’s que supostamente possuem um plano de dominação ao ser humano implantando chips nas pessoas (se acha isso blablabla faça uma pesquisa). Há muitos outros perigos no ar com a crise econômica “mundial” como o NWO (New World Ordem / Nova Ordem Mundial) que tem como objetivo ter um governo único para todo o planeta. Parecem suposições fantasiosas, mas quando se começa a ir mais a fundo no tema e entender os conflitos no oriente médio começamos a ficar mais críticos.
Parar de absorver tanta futilidade e perder nosso tempo se comportando como uns imbecis sem cérebro é um passo importante na conscientização do entendimento sobre o que está acontecendo ao nosso redor, com nossas vidas e com a nossa liberdade.
O vídeo abaixo explica porque o mercado financeiro americano “quebrou”, mas é só uma pequena parte da história, há muito mais a ser contado, há reuniões secretas para controlar eu e você, há torturas, há assassinato de militares a civis sem motivos como forma de intimidação, há planos de controles que querem nos fazer de fantoches e há milhões de motivos para acordar e se recusar a se submeter.
“From Cairo to Oakland, from Athens to London, ordinary people are not just showing they are fed up with this insane system. They also make it clear that they are willing to fight it, to occupy it, to strike against it – with the possibility to overthrow it.”
Som novo do Manliftingbanner !! Favereiro sai o album novo.
Occupy Wall Street (‘Ocupe Wall Street’) é um movimento de protesto contra a influência empresarial na sociedade e no governo dos Estados Unidos. O movimento se posiciona também contra a impunidade dos responsáveis e beneficiários da crise financeira mundial. As manifestações foram inicialmente convocadas pela revista canadense Adbusters e inspira-se nos movimentos árabes pela democracia, especialmente os protestos na Praça Tahrir, no Cairo[1], que resultaram na Revolução Egípcia de 2011[2]. A denúncia de que o megainvestidor George Soros seria um financiador do movimento foi desmentida pela própria agência que divulgara a versão [3].
As mobilizações começaram no dia 17 de setembro de 2011 e ainda continuam. No 1º de outubro, o protesto mobilizou de cinco a dez mil pessoas. Uma onda de protestos semelhantes ocorre em diversas outras cidades nos Estados Unidos (Boston, Chicago, Los Angeles[4], Portland, São Francisco, entre outras), na Europa e em outras partes do mundo[5].
A estratégia do movimento é manter uma ocupação constante de Wall Street, o setor financeiro da cidade de Nova Iorque, em protesto contra a desigualdade social, a ganância empresarial e o sistema capitalista como um todo. As pessoas se organizam em assembleias gerais, nas quais todas podem falar e participar das decisões coletivas[6]. Os manifestantes indicaram que a ocupação será mantida “pelo tempo que for necessário para atendimento às demandas.”
“Eu votei totalmente a favor da greve geral porque o que está acontecendo é errado — a sociedade e o governo deveriam ouvir o povo, e neste momento não estão ouvindo. Quando eles dizem que nos apóiam, é mentira, porque eles não nos apóiam. Se apoiassem, o Occupy Wall Street não estaria acontecendo.”
“Eu quero que o movimento chegue a um clímax positivo em que o povo esteja no poder — os trabalhadores — sem que ninguém seja excluído”.
fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Occupy_Wall_Street , http://ocupabrasil.wordpress.com/2011/10/29/occupy-oakland-vota-a-favor-de-greve-geral/
É no sábado… abrindo 2012… O Inimigo (SP), banda formada por membros e ex-membros de Ratos de Porão, CPM 22, I Shot Cyrus, Discarga, dentre outras, eles tocam um punk rock influenciado por bandas como Descendents, Embrace, Dag Nasty, Swiz, Soulside e estão voltando a Blumenau 6 anos depois da primeira passagem por aqui para tocar na Mansão do Rock.
Tocam também Nunca Inverno, Les Adieux e Stags.
Além do show outras atividades vão acontecendo paralelamente como a discotecagem por Nikkka Ruóck Chicks, feira de zines e livros de produção local, comida vegan e gente bonita/feia/bonita.
A banda RVIVR de Olympia (WA – USA) fará 8 shows no Brasil em Abril de 2012. Enquanto não divulgamos maiores informações, fica aqui um video sobre a participação da banda no movimento Ocuppy LA: